TOMEN NOTA LOS AFICIONADOS INGENUOS : EL BLOCO DE ESQUERDA MILITA ACTIVAMENTE EN EL PELOTON DE LOS VISCERALES ANTITAURINOS...

NATURALES
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LISBOA-PONTEVEDRA (NATURALES, Correio da Tauromaquia Ibérica) .-  A través de los estimados colegas de la web Tauromanía hemos tenido conocimiento de este interesante cruce epistolar. La primera misiva es respuesta a la segunda. La persona que recibe del Bloco de Esquerda el texto que abajo reproducimos, recomienda -muy oportunamente- a los muchachos de Louça y cía que vayan con esas monsergas a su camarada la Presidenta de la C.M. de Salvaterra de Magos...
La coclusión que se extrae es la siguiente : EL BLOCO DE ESQUERDA ES CLARA Y DECIDIDAMENTE ANTITAURINO Y REACCIONA CON VISCERALIDAD Y FUNDAMENTALISMO RADICAL CONTRA LA SABIA, JUSTA Y OPORTUNA DECISIÓN DE LA SEÑORA MINISTRA CANOVILHAS...


Caro Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda,
Espero, sinceramente, que façam chegar este email à vossa camarada Ana Cristina Ribeiro, da Câmara Municipal de SALVATERRA DE MAGOS, e não de Benavente….
Os melhores cumprimentos,
João Pedro A. M.

De: Bloco de Esquerda [mailto:bloco.esquerda@be.parlamento.pt
Enviada: quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010 12:37
Para: J.P.A.M.
Assunto: Secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura

Em resposta às inúmeras mensagens recebidas relativas à criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura, o Bloco de Esquerda afirma o sua completa discordância com esta decisão do Ministério da Cultura.
 
O Conselho Nacional de Cultura é um órgão consultivo do Ministério da Cultura criado em 2006 e que só agora foi activado. Este conselho prevê secções especializadas nas áreas das bibliotecas, arquivos, direitos de autor e museus. Por decisão da Senhora Ministra da Cultura foram criadas duas novas secções - artes e tauromaquia - respectivamente pelos Despachos n.º 3253/2010 e n.º 3254/2010, de 22 de Fevereiro. 

Se a criação de uma secção especializada em artes aparece, neste contexto, como um passo lógico na resposta a uma evidente lacuna, já a criação de uma secção dedicada à tauromaquia não aparece como necessária nem pertinente.
 
De facto a cultura é um campo vasto, em que se cruza criação e património, tradição e contemporaneidade, numa pluralidade de manifestações e linguagens. Mas a autonomização de uma particular tradição, no contexto do Conselho Nacional de Cultura, parece querer dar-lhe uma centralidade que não só não tem sentido dada a pouca relevância do sector para a generalidade da população, como desrespeita as outras tradições e expressões culturais que não têm o mesmo reconhecimento.
 
Esta forçada centralidade da tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura aparece ainda como um esforço anacrónico e desprovido de qualquer sentido, que é particularmente incompreensível visto não resultar sequer de nenhuma reivindicação pública do sector.

Com os melhores cumprimentos,
Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda