Roca Rey a um ponto de ser de Sevilha...


De Sevilha, de espanha, do Mundo...
Completamente arrollador, Roca Rey foi/é de uma dimensão e disposição ao nível dos contratos que tem logrado. 
A sua primeira faena foi intensa, com uma das séries pela destra a ser um verdadeiro portento: ligação; mão baixa; enganchada com a bamba bem cedo, e ritmada por baixo da pala do pitón do toiro, com profundidade, hondura e verdade. Estocada e duas orelhas muito aclamadas pela afición Maestrante. 
O labor ao seu segundo ganhava força suficiente nos tendidos para que houvesse Puerta del Príncipe. Contundo, Roca claudicou de maneira inexplicável com os aceros, tentando matar na sorte de receber, que não resultou. (Duas orelhas e Palmas).

Castella não terminou de cuajar um toiro importante de Victoriano del Río. Voluntarioso, foi em decrescendo numa faena que chegou a ter cotas altas, mas que o falho com a espada impediu resultado positivo. No primeiro foi impossível. (Silêncio e Palmas).

José María Manzanares enfrentou dois Caseros, e ambos com pouca matéria para luzimento. Um ou outro muletazo com sabor a destacar, mas na globalidade não houve permissão por parte do seu lote. (Ovação e Palmas).

A Real Maestranza de Sevilha voltou a colocar o 'No Hay Billetes' nas suas taquillas. 
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