O tempo passa depressa, quase sem se dar por isso.
Já lá vão dois anos sobre o desaparecimento do Ricardo Jorge mas, a cada chamada ou referência à Festa, o nome do conceituado taurino, crítico e escritor, vem à conversa para avivar factos e momentos sentidos nesta Terceira de toiros e touradas.
Em finais de Janeiro, no decorrer do Fórum da Cultura Taurina, Ricardo Jorge foi objecto de homenagem mundial, por proposta de Maurício do Vale, no segundo dia do congresso. Foi um gesto nobre no meio de aficionados do mundo inteiro, reunidos na Terceira para defender, louvar e promover os valores que o Ricardo, em vida, sempre cultivou.
Num outro gesto sentido mas levado a cabo no recato de sentimentos pessoais, Francisco Morgado recolheu-se e orou junto da campa onde repousam os restos mortais daquele amigo.
Hoje, dois anos passados sobre o falecimento de Ricardo Jorge, pareceu-me a maneira mais bonita de o recordar a leitura da última peça que escreveu para “Outras Tauromaquias”, o livro onde estão reunidas as crónicas publicadas no jornal “a União” durante o ano de 2006:
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