Olivenza, a fechar: Que a Ressurreição seja melhor...


O término da Feira de Olivenza estava rodeado de expetativa e ilusão, e ainda que a tarde tenha decorrido em tom ligeiro e agradável, não chegou a romper com a força esperada.

A corrida de Victoriano del Río foi justa de presença e algo flojita, desigual e com falta de argumentos para dela extrair algo realmente importante. 

Morante teve pela frente um lote inglório, passando quase inédito e sem brilho no coso extremeño, pintando um lance aqui e acolá; José María Manzanares desenhou os naturales da tarde, relaxado e profundo, com empaque e sentido. O quite por chicuelinas ao segundo da tarde foi justo e impactante, rematado com uma media com ares da escola que leva o seu apelido. Cortou orelha em ambos toiros do seu lote; Andrés Roca Rey é arrollador, e foi a Olivenza com a determinação e capacidade que o caracterizam. Os passes cambiados causaram burburinho, e por naturales, dando o peito ao toiro e vaciando as investidas, alcançou momentos destacados. Cortou duas orelhas no seu primeiro.

A Praça de Olivenza esgotou para ver o mesmo cartel que se apresenta a 16 de Abril em Sevilha... Oxalá a Ressurreição seja melhor!

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